OBRAS EXPOSTAS
Magy Imoberdorf
Há 30 anos Magy é apaixonada pelo desenho, seu trabalho sempre começa com
papel e lápis. Nos últimos cinco anos ela vem pesquisando e desenhando as
atitudes, formas e movimentos dos objetos, pessoas, animais e plantas, enfim
tudo que estiver à sua volta.
Desta vez estes desenhos em papel Kraft se transformaram em quadros com relevos, quase esculturas gráficas de madeira. Magy descobre em caçambas na rua ou no depósito de alguma gráfica, caixas e refugos de madeira, que reciclados, lixados, tratados com encáustica, (uma mistura de verniz com cera de abelha) se transmutam na base para receber os desenhos, colados na madeira. Muitas vezes parte do desenho em papel é depois retirado para dar espaço à própria madeira, com seus veios completando a obra, assim como a sombra provocada pela luz nos relevos também faz parte integrante das peças. Magy faz ela mesma toda a carpintaria, o trabalho manual é parte do processo de criação, que evolui durante a montagem. Ela sabe que tudo começa com o desenho, mas nunca onde vai terminar ou quais materiais vão participar do trabalho finalizado.
Na Suíça onde nasceu, cresceu e fez a escola de arte, antes de vir para o Brasil, se aprende todo tipo de trabalho manual, sendo portanto muito normal para ela usar furadeira, lixadeira, serra elétrica.
Desta vez estes desenhos em papel Kraft se transformaram em quadros com relevos, quase esculturas gráficas de madeira. Magy descobre em caçambas na rua ou no depósito de alguma gráfica, caixas e refugos de madeira, que reciclados, lixados, tratados com encáustica, (uma mistura de verniz com cera de abelha) se transmutam na base para receber os desenhos, colados na madeira. Muitas vezes parte do desenho em papel é depois retirado para dar espaço à própria madeira, com seus veios completando a obra, assim como a sombra provocada pela luz nos relevos também faz parte integrante das peças. Magy faz ela mesma toda a carpintaria, o trabalho manual é parte do processo de criação, que evolui durante a montagem. Ela sabe que tudo começa com o desenho, mas nunca onde vai terminar ou quais materiais vão participar do trabalho finalizado.
Na Suíça onde nasceu, cresceu e fez a escola de arte, antes de vir para o Brasil, se aprende todo tipo de trabalho manual, sendo portanto muito normal para ela usar furadeira, lixadeira, serra elétrica.